Rentabilidade Educacional – extraindo informações detalhadas usando os centros de custos educacionais – PARTE 2

Utilize as ferramentas integradas e a visão gerencial da instituição de ensino para extrair detalhadamente a rentabilidade de turmas e turmas/disciplinas.

Todas as receitas e despesas passam a receber a informação do centro de custos e resultados, de acordo com o modelo definido pela instituição em seu planejamento. Isso pode ser realizado por rateio, informação direta ou atribuição calculada. Um dos exemplos típicos é a folha de pagamento docente.

Normalmente, a atribuição de centros de custos às turmas (Ensino Básico) e turmas/disciplinas (Ensino Superior) permite que a geração do movimento de ensino (quando a folha de pagamento é integrada diretamente ao TOTVS Educacional), já leve em consideração o rateio das atividades extras e as aulas atribuídas e realizadas constantes no plano de aula da turma, em um nível de detalhe que irá apoiar a extração destas importantes informações.

É de conhecimento comum que os gastos com a folha de pagamento docente representam o maior vilão na rentabilidade educacional. Analisando algumas informações financeiras disponibilizadas publicamente, grandes grupos educacionais estão cada vez mais buscando a otimização na alocação dos professores, dentro das regras de atribuição docente e obrigações perante o MEC na obtenção do reconhecimento do curso. Alguns grupos chegam a conseguir, até como benchmark de mercado, números entre 42% e 50% de comprometimento da receita líquida com as despesas de folha de pagamento (docente e administrativa). Entidades educacionais que chegam a mais de 80% de comprometimento passam da barreira de equilíbrio, tornando-se deficitárias em sua operação. Os principais fatores, segundo a consultoria Hoper (Estudos de Mercado, 2015) são:

  • Excesso de carga horária nas matrizes e/ou sua distribuição;
  • Custo hora/aula elevado;
  • Atribuição desnecessária de professores com maior graduação (mestres e doutores) em matrizes já atendidas.

Uma mostra disso é a comparação entre as turmas e disciplinas de nossa instituição no exemplo abaixo:

rentabilidadeturmas

Com a conjunção das operações contabilizadas das diversas áreas da instituição, bem como as quebras
propostas de controle, os resultados operacionais podem ser melhor mapeados e consequentemente as
ações de melhorias podem ser mais efetivas, como nos exemplos abaixo:

Visão geral por curso (por quebra de centro de custos):

rentabilidade-educacional-parte-2-2-visuo-por-cursos

Neste último caso, o EBTIDA (simulado, levando em consideração somente as movimentações realizadas no exemplo), é calculado pela média das disciplinas e turmas:

detalhamento-ebtida

Com isso, conseguimos verificar rapidamente que, neste exemplo, o curso de Direito tem maior rentabilidade que o de Ciências Contábeis. E para verificar em um nível mais baixo, podemos chegar até as disciplinas da turma, utilizando assim as dicas de mapeamento das consultorias para identificar e corrigir desvios de alocação ou até mesmo monitorar despesas que estejam contribuindo para o bom ou mau resultado da área:

rentabilidade-educacional-parte-2-3-visuo-por-disciplinas

Em resumo, ativando o uso de sistemas de gestão de forma integrada, aliada a processos desenhados para obtenção de resultados, permite o nível de detalhe necessário para a completa gestão das instituições de ensino.

Para saber mais:

http://tdn.totvs.com/pages/releaseview.action?pageId=123602280

TOTVS Educacional
How-To Educacional

Consulte seu canal de atendimento TOTVS.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *