Prepare-se para driblar os desafios do segmento de MPE

Toda grande empresa já foi um pequeno negócio. Para sobreviver aos primeiros anos de vida e chegar ao patamar atual, com certeza, essas organizações enfrentaram uma série de adversidades.

Como abordei em outro post, o mercado de micro e pequenas empresas (MPE) vem crescendo a todo vapor. Porém, uma das principais dificuldades enfrentadas pelos microempreendedores está relacionada ao capital inicial para investimento – inclusive em tecnologia.

A boa notícia é que o Governo vem negociando linhas de crédito importantes para o segmento. Em junho deste ano, o Governo Federal lançou uma linha de financiamento para micro e pequenas empresas com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

No total, serão oferecidos R$ 5 bilhões, que devem ser utilizados como capital de giro pelos empresários. Para obter o crédito, as MPEs devem se comprometer a não demitir funcionários durante o período de um ano. E, aquelas com mais de dez funcionários, devem contratar um jovem aprendiz entre 14 e 18 anos.

Entretanto, mesmo após vencer a barreira do investimento inicial, muitos pequenos negócios enfrentam dificuldade em prosperar. Hoje em dia, boa parte das micro e pequenas empresas não conseguem decolar porque falham nos processos de gestão financeira e operacional. É comum encontrar empreendedores com dificuldade de montar um fluxo de caixa profissional.

No segmento de varejo, por exemplo, o comerciante tem o costume de controlar a empresa pela entrada e saída de dinheiro do caixa – e isso é bastante perigoso, pois não retrata a real saúde financeira do negócio. O ideal é acompanhar as vendas, os custos da operação, as contas a pagar e a movimentação do capital por meio de uma ferramenta que auxilie na visualização do fluxo de caixa de forma precisa.

Outro ponto fundamental para o pequeno varejista – e cada vez mais determinante para a sobrevivência dos estabelecimentos – é a busca pela fidelização dos consumidores. Por isso, é importante ter o perfil de consumo de cada um dos clientes para, com base nele, oferecer um atendimento personalizado, prever comportamentos e demandas, oferecer promoções certeiras e aumentar as vendas.

Diante disso, a tecnologia torna-se uma excelente aliada do microempreendedor. Não usar ferramentas a favor desse movimento é como se atirar em um buraco sem fundo quando, na verdade, há uma oportunidade para dar um salto e sair na frente.

Acompanhe mais matérias no Linkedin do head de micro e pequenos negócios da TOTVS, Eros Jantsch. Clique aqui para acessar.

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