Mapas temáticos facilitam a gestão

Entenda como a representação gráfica facilita a análise e tomada de decisão do produtor e conheça as novidades apresentadas pela TOTVS.

Mapas temáticos são representações gráficas feitas geralmente em uma superfície plana (como papel), com a finalidade de apresentar informações da realidade e fazem parte da humanidade desde os tempos remotos. Essas representações do espaço geográfico foram mais difundidas a partir da necessidade de tornar o trajeto das viagens mais seguro, como as caravanas mercantis, por exemplo. Praticamente todas as características do espaço geográfico podem ser representadas em um mapa. No entanto, tais características não podem ser colocadas em uma única carta cartográfica, pois sua compreensão fica confusa e comprometida. Diante disso, os cartógrafos criaram mapas que abordam temas específicos, dando origem aos mapas temáticos político, físico, econômico e histórico.

Os mais “antigos” vão lembrar de um tempo em que tinham que realizar a aborrecida tarefa de desenhar o mapa geográfico do Brasil, traçando suas linhas sobre um papel transparente para depois passar no caderno, colorir com diferentes cores para representar cada região ou estado ou ainda entregar ao professor como tarefa. Eram os mapas que conhecíamos, os que compreendíamos.

Hoje, não precisamos mais desenhar qualquer mapa no papel. Modernos softwares já o faz. A tecnologia tornou os mapas temáticos ferramenta de gestão. Modernas ferramentas, como o módulo de Indicadores do PIMS Multicultivo, que dentre outras diversas funcionalidades, pode gerar o mapa temático de uma área específica, definida pelo usuário, de forma simples e ágil. Fornecem representações de informações sob uma perspectiva geográfica, transformando o Espaço-Território em elemento de análise espacial de dados, apresentando informações extremamente especializadas e auxiliando a tomada de decisão de produtores agrícolas.

O módulo de Indicadores do PIMS Multicultivo permite que o próprio usuário crie seus indicadores de acordo com sua necessidade. Diversos tipos de resultados podem ser extraídos dos indicadores como, por exemplo, gráficos de linhas, de barras, de colunas, de áreas, de pizza, de velocímetro/gauge, tabelas e mapas.

Cada uma dessas possibilidades de resultados tem a sua importância no processo de conhecimento e obtenção de dados sobre o negócio, que são o fundamento para tomada de decisões pelo produtor. Por exemplo, os mapas temáticos permitem e facilitam a análise, gestão ou representação do espaço e dos fenômenos que nele ocorrem. São representações de informações sob uma perspectiva geográfica, transformando o Espaço-Território em elemento de análise espacial de dados, apresentando informações extremamente especializadas.

Além da localização dos fenômenos e sua proporção o mapa pode representar a diversidade:

  • Qualitativa – “o quê?” Qual a Cultura/Ocupação, qual a variedade, qual o tipo de solo, qual o sistema de colheita, etc.
  • Quantitativa – “quanto? Qual a produtividade, qual o custo por hectare, qual o índice de infestação de uma praga, etc.

Para utilizarmos os mapas temáticos no PIMS Multicultivo precisamos de:

  • Possuir as informações (cultura, variedade, produtividade, custo por hectare e etc) dos talhões (*) que queremos representar. Essas informações são alimentadas no sistema através de cadastros, apontamentos e processamentos.
  • Cada talhão deve estar associado à sua geometria georreferenciada.
  • Porém, para associar o talhão à sua geometria georreferenciada consegue-se por meio da importação de arquivo shapefile (**) e para a criação de shapefile se faz necessário um trabalho topográfico e/ou também a utilização de ferramentas específicas.

As novidades: No entanto, a TOTVS chegou a uma forma mais simples e prática para o cliente visualizar os mapas temáticos. Agora, com o PIMS Multicultivo, é possível desenhar a geometria do talhão e associá-la diretamente na ferramenta. Ao desenhar a geometria, a área do talhão é calculada automaticamente, ou seja, não é mais necessário realizar o processo de importação de arquivo.

Para utilização do mapa pode-se utilizar alguma ferramenta em que seleciona-se a área da Fazenda, realiza-se o download do mapa, copia o mapa (imagens) para um local específico a ser utilizado pelo PIMS Multicultivo. Aqui está outra novidade desenvolvida: além da utilização de mapas locais, é possível configurar outras fontes de mapas como Google e Bing. Para cada uma há diferentes formas de visualizar: Google Maps – Híbrido, Google Maps – Estrada, Google Maps – Satélite, Google Maps – Terreno, Bing – Aéreo, Bing – Aéreo com rótulos e Bing – Estrada.

Resumindo, as novidades para o cliente no que se refere aos mapas temáticos são:

  • Desenho da geometria dos talhões/locais de Produção com cálculo automático da área;
  • Utilização de diferentes fontes de mapas (mapa local, Google Maps ou Bing Maps);
  • Para Mapa local é possível configurar o caminho de sua origem;
  • Em todo o PIMS Multicultivo que utiliza mapa é possível escolher a forma de visualização: fonte de mapas Local, Google Maps – Híbrido, Google Maps – Estrada,  Google Maps – Satélite, Google Maps – Terreno, Bing – Aéreo, Bing – Aéreo com rótulos e Bing – Estrada;

 

E os benefícios:

  • Desenhar a geometria dos talhões/locais de produção;
  • Calcular a área dos talhões/locais de produção de acordo com sua geometria;
  • Utilização de diferentes fontes de mapas;
  • Dispensa serviço topográfico e geração de arquivos shapefile;
  • Dispensa a necessidade de realizar downloads de mapas e copiá-los para o servidor de aplicação;
  • Esses benefícios estão 100% alinhados à visão da TOTVS em oferecer aos clientes algo + Simples, + Ágil, + Conectado, + Cloud e + Essencial!

(*) Os talhões têm como finalidade representar a divisão real ou imaginária de uma propriedade (fazenda) determinando a unidade mínima de cultivo constituída de características comuns como relevo, sistema de cultivo e etc, possibilitando um controle mais apurado dos custos de produção, individualizados por safra (ciclo produtivo).

(**) O shapefile é um formato de armazenagem de dados vetoriais para armazenar a posição, formato e atributos de feições geográficas. É armazenado como um conjunto de arquivos relacionados (.shp, .shx, .dbf)  e contém uma classe de feição.

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